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Caso do atentado que implodiu a ETA reaberto para julgar líder militar

Caso do atentado que implodiu a ETA reaberto para julgar líder militar

As autoridades francesas decidem esta quarta-feira o futuro de "Txeroki", ex-líder militar da organização separatista basca ETA, suspeito de ser o mandante do ataque ao aeroporto de Madrid, há 15 anos, que quebrou um cessar-fogo e que terá sido o início do fim do grupo terrorista.

No dia 30 de dezembro de 2006, a ETA atacava em força o terminal 4 do aeroporto de Barajas, em Madrid, assassinando duas pessoas, ferindo uma vintena e levando à demolição de parte da imponente instalação de cinco andares, inaugurada no início desse ano, fruto de um investimento de 6200 milhões de euros. Diego Armando Estácio e Carlos Alonso Palat, ambos equatorianos e trabalhadores da construção civil em Espanha, esperavam nos carros por familiares que tinham ido buscar ao aeroporto, quando uma carrinha carregada com entre 200 e 800 quilos de explosivos mandou pelos ares a esperança da reconciliação entre o grupo radical basco e o Governo espanhol. Passaram vários dias até que os dois corpos fossem recuperados dos escombros.

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