O Jogo ao Vivo

Balanço

Reino Unido ultrapassa os 21 mil mortos de Covid-19

Reino Unido ultrapassa os 21 mil mortos de Covid-19

O Reino Unido registou 360 mortes de pessoas infetadas pelo novo coronavírus nas últimas 24 horas, aumentando para 21092 o número de óbitos de Covid-19, informou o ministro da Saúde britânico, Matt Hancock.

Este é o valor mais baixo desde o fim de março, e depois de um aumento verificado no domingo com o registo de 413 mortes.

Os números das mortes referem-se a óbitos registados apenas em hospitais até às 17 horas da véspera e são compilados a partir de dados das direções regionais de Inglaterra, Escócia, País de Gales e Irlanda do Norte.

A redução do número de pessoas hospitalizadas levou as autoridades a mostrar confiança de que o Reino Unido poderia estar prestes a ultrapassar o pico da pandemia, mas o primeiro-ministro, Boris Johnson, rejeitou a pressão crescente para aliviar as medidas de distanciamento social.

"Temos de reconhecer o risco de um segundo pico, o risco de perder o controlo sobre este vírus e deixar que a taxa de contágio volte a subir (...). Porque isso significaria, não só uma nova vaga de mortes e doença, mas um desastre económico", justificou.

PUB

O Governo anunciou em 9 de abril um prolongamento do regime de confinamento inicialmente decretado a 23 de março, estando uma revisão das condições prevista para a primeira semana de maio.

O primeiro-ministro britânico recusou publicar já um plano, mas prometeu novidades para os próximos dias e preparar o desconfinamento com "a maior transparência possível", em consenso com empresas, diferentes regiões do Reino Unido e também com os partidos da oposição.

Boris Johnson voltou esta segunda-feira ao trabalho após duas semanas em convalescença na sua residência de campo fora de Londres a recuperar da infeção pelo novo coronavírus que implicou a sua hospitalização durante uma semana, incluindo três noites nos cuidados intensivos.

No sábado, o Reino Unido tornou-se no quinto país a ultrapassar a barreira das 20 mil mortes provocadas pelo novo coronavírus, depois dos EUA, Itália, Espanha e França.

Mais Notícias

Outros Conteúdos GMG