
Obra "Identidade e Família", criticada pelo antropólogo Rui Diogo, foi apresentada há dias pelo antigo primeiro-ministro Passos Coelho
Foto: Álvaro Isidoro / Global Imagens
Antropólogo Rui Diogo diz que noção de família do livro “Identidade e família” não se coaduna com os dias de hoje.
O conceito de família que é defendido no livro “Identidade e família”, coordenado pelos fundadores do Movimento Ação Ética, não é “natural, universal e intemporal”, diz Rui Diogo, antropólogo e biólogo português que dá aulas na Howard University, em Washington DC, nos Estados Unidos. O investigador e escritor, que se tem debruçado sobre temas como o racismo e o sexismo, lembra que as sociedades são mutáveis e haver escolhas não é uma ingerência.
