António Cunha: "O futuro do Norte não pode ser trocado por conveniência"

António Cunha entende que a perda de fundos regionais seria "um retrocesso"
Foto: Pedro Granadeiro
Atual presidente da CCDR-N considera que a região deve preparar-se para a regionalização e defende o reforço dos poderes daquela instituição.
António Cunha não quer que a CCDR-N seja uma espécie de "governo civil", pois considera que isso iria agravar o centralismo. O atual presidente da instituição defende mais competências, nomeadamente na água, na floresta e na proteção da natureza. Considera que a perda de fundos regionais seria "um retrocesso" e defende que o Norte deve "preparar-se" para a regionalização. Quanto ao adversário diz que o futuro da região "não pode ser trocado por uma conveniência".
