
“Com as córneas de cultura passa a ser possível aumentar o número de córneas disponíveis para transplante, aumentar a sua qualidade e programar as cirurgias com mais tempo”, resumiu Miguel Neves
Pedro Correia/Global Imagens
Projeto pioneiro avança no Hospital de Santo António. Paciente esperava transplante há um ano e meio.
Aos 28 anos tinha a visão comprometida em 90% devido à queratocone, doença que deforma as córneas. Ano e meio depois, Isabel foi chamada para fazer o transplante de que necessitava e para o qual estava inscrita no Hospital Pedro Hispano, em Matosinhos. A cirurgia foi possível graças ao primeiro Banco de Córneas de Cultura em Portugal, criado pela equipa de Oftalmologia do Centro Hospitalar Universitário de Santo António, no Porto.

