
André Ventura estará a equacionar manter-se na liderança mesmo que vença as presidenciais
Foto: Rita Chantre
Juristas explicam porque é que o líder de partido não deve ser simultaneamente chefe de Estado.
Para André Ventura, vencer a segunda volta das presidenciais não implica forçosamente deixar a liderança do Chega. Aliás, estará a equacionar acumular os dois cargos se derrotar António José Seguro. A Constituição não o proíbe expressamente, sublinham constitucionalistas ao JN, mas a interpretação que fazem é contrária a que um líder de partido deva simultaneamente ser chefe de Estado.
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