
Foto: Adelino Meireles / Global Imagens
Financiamento público dos media, incentivo ao consumo e apoio à distribuição são defendidos por especialistas para a sobrevivência do setor. Mas pedem cautela e fiscalização. As reservas crescem na hora de falar das autarquias. Apoiam o aumento da publicidade institucional das câmaras, mas não a entrada nas empresas.
“Sou favorável a que haja apoio estatal aos órgãos de comunicação social. São bens de primeira necessidade, como a educação e a saúde”, defendeu ao JN Joaquim Fidalgo, professor da Universidade do Minho e um dos oradores no 5.º Congresso dos Jornalistas, que arranca esta quinta-feira em Lisboa e termina no domingo.

