Os processos para a desagregação de freguesias serão votados na próxima semana pelos deputados do grupo de trabalho no Parlamento. Em causa estão cerca de 150 processos que poderão dar origem a 350 novas freguesias.
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Em 2013, centenas de freguesias foram obrigadas a “casar”, tendo resultado em diversas uniões por todo o país. Agora, muitas pedem o divórcio mas este poderá não ser assim tão simples. "É fácil casar mas os divórcios levantam sempre problemas de ordem prática. Separar patrimónios é mais complexo do que juntar", garante Jorge Paulo Oliveira, coordenador do grupo de trabalho e deputado do PSD.
A primeira fase da desagregação de freguesias, a análise técnica dos processo, termina amanhã. Nesta fase é verificado se cada uma das freguesias cumpre os requisitos necessários como, por exemplo, a viabilidade económica, o número de eleitores e outras questões de ordem jurídica (número de trabalhadores, existência de sede, inventários, divisão de bens). Daqui, os processos passam para a mão do grupo de trabalho que, na próxima semana, irá validar, ou não, cada um dos relatórios.

