
Na segunda-feira, CODU teve mais de cem chamadas em espera, o que provocou atrasos no socorro e terá resultado em mortes
Foto: Gustavo Bom / Arquivo
É a segunda vez em quatro meses que o Ministério da Saúde é acusado de ignorar o INEM. Primeiro foi o caso do ajuste direto dos helicópteros de emergência médica, que levou à demissão da anterior direção. Agora, a tutela disse que não esperava a greve dos técnicos quando foi avisada e instada a reagir dez dias antes.
Na última terça-feira, a ministra da Saúde afirmou publicamente que não estava à espera da greve às horas extraordinárias dos Técnicos de Emergência Pré-Hospitalar (TEPH), mas a declaração é desmontada pelo sindicato que decretou a paralisação.
