
António José Seguro parou para ouvir os bracarenses, que lhe pediram mais saúde, habitação e dinheiro no bolso
Foto: Miguel Pereira
Já se faziam negócios há um par de horas e muitos saíam com sacos cheios, quando dois bombos e uma concertina abriram caminho à entrada de António José Seguro no mercado municipal de Braga, onde este o candidato presidencial ouviu incentivos e reclamações. Repetiu a ideia de que o país precisa de "menos palavras e mais ação" e não se cansou de pedir uma "oportunidade" para chegar a Belém.
Na linha da frente da comitiva, Maria do Céu, bracarense de gema e socialista convicta, carregou ao longo das quase duas horas que durou o percurso um cartaz onde se lia "Voto Seguro" e levou uma bandeira nacional ao ombro para mostrar o apoio ao "homem que o país precisa". "É ponderado, é calmo, é aquilo que deve ser um presidente da República", disse ao JN esta apoiante de António José Seguro, que confia numa vitória à primeira volta. "Vamos ver, é difícil, mas acredito que sim", partilhou Maria do Céu.

