
Guia foi enviado a todos os agrupamentos de escuteiros
Foto: Miguel Pereira / Global Imagens
Todas as pessoas têm de ser acolhidas no Corpo Nacional de Escutas (CNE) “independentemente da sua orientação sexual”. A indicação foi dada ao movimento que conta com 68 mil escuteiros em 1000 agrupamentos pela direção nacional e é a primeira conclusão do projeto “Entre Linhas”, criado em 2020.
“No dia a dia, ao acolher e respeitar as crianças, jovens e voluntários, reconhecemos que há pessoas a passar por situações de grande sofrimento por causa da sua sexualidade e o CNE tem que estar preparado para acolher essas pessoas”, disse ao JN Ivo Faria, chefe nacional dos Escuteiros.
