
Paula Crespo, coordenadora da equipa de transcrição, diz que inteligência artificial ajuda mas obriga a atenção
Reinaldo Rodrigues/Global Imagens
Os deputados da comissão de inquérito (CPI) da TAP passaram, ao todo, mais de sete dias completos na sala 6 do Parlamento, entre fevereiro e junho. Durante as 38 sessões ordinárias – que superaram as 173 horas –, debateram a empresa e ouviram figuras a ela ligadas. Tudo isso tem de ser transcrito e em contra-relógio.
A parte visível do trabalho já acabou, mas a invisível prossegue: uma equipa de 19 funcionários parlamentares está numa “luta contra o tempo” para transcrever tudo o que foi dito a tempo da votação do relatório final, no dia 13. Estimam preencher 5 465 páginas e contam com um novo aliado: uma aplicação que lhes facilita o trabalho e lhes poupa os pulsos.
