
O ministro da Saúde, Manuel Pizarro
António Pedro Santos / Lusa
É com desagrado que os médicos de família reagem à afirmação do ministro da Saúde, Manuel Pizarro, sobre a possibilidade de as interrupções voluntárias da gravidez (IVG) passarem a ser realizadas nos centros de saúde, garantindo que não há condições para tal. Garantem que faltam recursos humanos, técnicos e materiais.
“Com falta de recursos humanos, técnicos e materiais, não entendo como é que o ministro pode dizer que não há entraves para dar este passo”, afirma ao JN Nuno Jacinto, presidente da Associação Portuguesa de Medicina Geral e Familiar (APMGF).
Acesso exclusivo a assinantes
Já é assinante? Inicie sessão
Acesso ilimitado a conteúdos exclusivos
Navegação sem publicidade intrusiva
Versão digital do jornal, suplementos e revistas

