
Número de cirurgias no SNS baixou no ano passado
Foto: André Rolo / Global Imagens
Há quem vá à Turquia fazer uma cirurgia bariátrica por ser mais rápido do que o Serviço Nacional de Saúde e mais barato do que em instituições privadas em Portugal. Mas é um risco: as pessoas voltam sem o acompanhamento exigido no pós-operatório.
José Silva Nunes, presidente da Sociedade Portuguesa para o Estudo da Obesidade (SPEO), revelou, a propósito do Dia Mundial da Obesidade, que se celebra amanhã, que há em Portugal pessoas que angariam doentes para irem a Istambul, na Turquia, realizar a cirurgia para obesidade grave, tratando de toda a logística, nomeadamente das viagens, da estadia e da cirurgia. “Eu cito a Turquia porque, neste momento, há esse grupo de pessoas que angaria em Portugal doentes que estão a aguardar uma cirurgia e que lhes propõe custos muito mais reduzidos do que se recorressem ao setor privado”, disse à agência Lusa.
