"Não sou um político de mercados", diz Jorge Pinto. Mas começou a campanha num

Jorge Pinto foi surpreendido com os protestos de Laura, que barafustou contra os políticos
Foto: Pedro Correia
Naquela que foi a primeira ação oficial de campanha eleitoral, Jorge Pinto visitou, neste domingo, ao final da manhã, o Mercado de Angeiras, em Lavra, Matosinhos. Chegou com exatos 17 minutos de atraso em relação à hora prevista de arranque da iniciativa, quando já alguns populares se juntavam, curiosos, em torno da pequena caravana de apoiantes munidos de bandeiras coloridas que o esperavam.
"Quem vem aí?", perguntavam alguns curiosos. Quando Jorge Pinto finalmente chegou, houve quem ficasse desiludido. "Pensei que fosse o almirante", lamentaram uns, antes de virarem costas. Outros houve, em contraste, que se aproximaram mais ainda quando Jorge Pinto disse ao que vinha. "Quero ser a surpresa destas eleições", garantiu. E que tipo de surpresa pretende proporcionar a 18 de janeiro? "Ser eleito presidente da República", respondeu, taxativo, sem nunca pronunciar o verbo desistir que lhe têm colado. "Quero ouvir as pessoas, tratá-las como devem ser tratadas e não como meros peões num jogo que apenas os políticos podem jogar", prometeu.


