
As máscaras de Lazarim, no concelho de Lamego, são esculpidas em madeira de amieiro e custam mais de 250 euros
Foto: Eduardo Pinto
De Podence a Lazarim, passando por Carrazeda, Penedono ou Cabanas de Viriato, temos entrudos onde máscaras e rituais comunitários resistem.
É sobretudo no Interior que persiste um país que vive o Carnaval sem se render ao samba nem aos carros alegóricos, sendo fiel a rituais ancestrais onde a máscara, a sátira e a comunidade continuam a ser os verdadeiros protagonistas. Podence, Lazarim, Penedono, Carrazeda de Ansiães e Cabanas de Viriato são alguns dos exemplos.
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