Presidente da República destaca "traço de simpatia e amizade" deixado por Olga Cardoso

Marcelo Rebelo de Sousa à saída do Hospital de São João, onde foi operado de urgência a uma hérnia
Foto: Estela Silva/Lusa
O presidente da República destacou o "traço de simpatia e amizade" deixado em milhares de ouvintes por Olga Cardoso, a radialista e apresentadora de televisão que morreu, esta quarta-feira, aos 91 anos, na sequência de um AVC.
Numa nota publicada no site da Presidência da República, Marcelo Rebelo de Sousa evoca Olga Cardoso, "apresentadora da Rádio Renascença, com António Sala, com quem pôde conviver décadas atrás".
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Conhecida pelo título do programa "A Amiga Olga", de 1993, na TVI, a radialista e apresentadora morreu hoje aos 91 anos na sequência de um AVC, informou António Sala, nas redes sociais.
Para o presidente da República, Olga Cardoso deixou "um traço de simpatia e amizade em muitos milhares de ouvintes de uma das principais estações de rádio portuguesas".
Nascida em 1934, em Miragaia, no Porto, foi convidada para as Oficinas de Rádio, Som, Eletricidade e Cinema aos 15 anos, tendo então passado "a dar a sua voz em novelas radiofónicas, um tipo de programas muito populares na época, que deixavam as pessoas agarradas aos aparelhos de rádio", como se lê na entrada da Infopédia.
Olga Cardoso entra na Rádio Renascença em 1964 e destaca-se nas décadas seguintes, em particular com o programa "Despertar", que fez precisamente com António Sala, ao longo de 17 anos, segundo a mesma enciclopédia "online".
Em 1993, protagonizou o programa da TVI "A Amiga Olga", no ano de nascimento daquela estação televisiva.
