Primeiras presidenciais: "Se não votamos, depois também não podemos reclamar"

Marta diz que pretende votar "informada e esclarecida"
Foto: Adelino Meireles
Marta Cunha, da Póvoa de Varzim, estreia-se em presidenciais e espera menos abstenção.
"Os meus pais sempre me ensinaram a lutar pelas coisas. Se não votamos, depois também não podemos reclamar", diz, convicta, Marta Cunha. Tem 18 anos feitos em julho. Está no 1.° ano de Ciências da Comunicação, na Faculdade de Letras da Universidade do Porto. Foi acompanhando a campanha como pôde, entre os estudos e as aulas, nas televisões, nas redes sociais, nos jornais. Este domingo, vota pela primeira vez na Póvoa de Varzim para eleger o presidente da República. Procura manter-se informada q.b. A cinco dias das eleições, tinha o seu voto "mais ou menos definido", mas, até hoje, ainda admitia mudar.
