Psicólogos ajudam a retomar normalidade de vidas destruídas pela tempestade

Fernando e Mariano voltam ao pinhal onde as barracas ficaram destruídas
Foto: Nuno Brites
Há quem recorde momentos de pânico na tempestade Kristin e ainda viva com medo. Profissionais de saúde mental apoiam população mais fragilizada.
Um mês após a passagem da tempestade Kristin, que deixou um rasto de destruição, sobretudo, em Leiria, Marinha Grande e Pombal, a normalidade está longe de ter regressado. Deixaram de se ver escombros espalhados pelas ruas, mas os estragos são visíveis por todo o lado. O vento reduziu empresas a montes de painéis metálicos, derrubou chaminés e levou telhados, fez desalojados e deixou a população sem água, eletricidade e comunicações. O medo apoderou-se das pessoas na madrugada de 28 de janeiro, e a ansiedade, o desespero e a tristeza surgiram nos dias seguintes. A perda de vidas humanas e animais e os danos materiais deixaram marcas profundas em quem ainda está a tentar reerguer-se. Os psicólogos no terreno não têm mãos a medir.
