
Há quatro licenciaturas de Engenharia Aeroespacial em universidades públicas portuguesas.
Foto: Anne Renau/AFP
Metade dos novos diplomados do IST trabalha no estrangeiro. Sair do país não é “necessariamente mau”, diz membro da Agência Espacial Portuguesa.
São jovens, maioritariamente rapazes, uns concluíram a licenciatura e outros fizeram o mestrado. Este é o retrato dos mais recentes diplomados em Engenharia Espacial, o curso que está no topo das notas mais altas de entrada no Ensino Superior. O Instituto Superior Técnico (IST) da Universidade de Lisboa, o primeiro a formar engenheiros aeroespaciais no país, aponta que, no ano passado, os diplomados de 2021/2022 ganharam em média um salário bruto mensal de 2.445 euros, 50% acima dos salários média brutal nacional (1640 euros). Estamos há menos de dois anos no mercado de trabalho. Quase metade trabalha lá fora.

