Reformados portugueses são dos que mais continuam a trabalhar por necessidade

Cerca de 13% dos reformados em Portugal continua a trabalhar, uma grande parte por necessidade
Foto: Carlos Carneiro
Portugal é dos países da União Europeia onde os reformados mais trabalham por necessidades financeiras. No entanto, segundo um relatório do Eurostat, o país está em linha com a média europeia no que diz respeito ao número de pensionistas que não pára de trabalhar depois da reforma.
De acordo com os dados estatísticos recolhidos pela União Europeia, em Portugal há 13,2% de pensionistas que mantêm a vida profissional ativa após a idade da reforma, percentagem alinhada com a média europeia, fixada nos 13% no ano passado, e divulgada em maio pelo Instituto Nacional de Estatística. Porém, enquanto a maioria dos pensionistas europeus decide continuar a laborar por gosto pelo trabalho ou para não baixar a produtividade, por cá a necessidade financeira é a principal razão.

