
A Gold Suisse tem 20 lojas no país e comprou este ano mais 6% de ouro usado do que em 2024
Foto: Maria João Gala
Há quem venda joias, há quem se desfaça de moedas e há quem vá cortando pedaços de fios de ouro que tem em casa, à medida da necessidade que sente de transformá-los em dinheiro físico. As lojas de compra de ouro avaliam as peças e pagam ao cliente o seu valor. Muitas pessoas vendem os seus artigos em momentos de aperto financeiro. Mas essa, garante o setor, não é a única motivação. Os clientes já olham para o ouro também como um investimento. Por isso, nessas lojas, o negócio este ano aumentou.
"Desde a pandemia, o negócio esteve sempre a crescer. E este ano, com o preço louco a que o ouro está, que é completamente especulatório, sim, temos uma adesão muito maior de clientes a venderem-nos ouro", assegura Carlos Cerqueira, diretor-geral da Gold Suisse, uma empresa de compra de ouro que tem mais de 20 agências (em formato de quiosque), espalhadas em vários centros comerciais de todo o país.
