
As eleições presidenciais decorrem no dia 18 de janeiro. Há 11 candidatos elegíveis
Foto: Pedro Correia
No período eleitoral que vai eleger o novo inquilino de Belém, o desafio dos candidatos no topo da pirâmide passará pela mobilização no sentido do apelo ao voto útil, sendo certa uma inédita segunda volta em que tudo permanece em aberto, na leitura do politólogo António Costa Pinto. Já para José Adelino Maltez, a campanha que hoje formalmente se inicia reflete "uma espécie de banalização da política", ao colocar "quatro ou cinco candidatos em quase igualdade pontual".
"A grande questão é que vamos ter uma segunda volta, essa é a grande novidade destas presidenciais. E a novidade de termos um candidato da Direita radical, baralhando os resultados. Não há novidade no PS e na AD, não há nenhuma novidade nos chamados candidatos de presença, a novidade está no efeito de persistência de André Ventura", assinala Costa Pinto.

