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Candidato único à CCDR-N vê eleição como passo para a regionalização

Candidato único à CCDR-N vê eleição como passo para a regionalização

Reconhece que o processo que o levará à presidência da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte (CCDR-N) não é o "ideal", mas sente-se com legitimidade para "reivindicar os anseios" da Região. António Cunha, antigo reitor da Universidade do Minho, único candidato, diz que ter mais de metade dos votos seria "excelente" e confia que o Governo cumprirá a promessa de dar mais competências às comissões.

Amanhã vai a votos para CCDR-N. Que projeto leva aos eleitores?

Proponho que o Norte se encontre com a modernidade e, sobretudo, seja capaz de gerar e reter riqueza, para melhorar a qualidade de vida das pessoas. O caminho é complexo, mas o Norte precisa de gerar mais riqueza. É uma força a nível nacional e europeu, do ponto de vista industrial, mas é também o local em que o rendimento das pessoas é baixo. As empresas não têm a posição que deviam ter nas cadeias de valor.

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