Legislativas

Chega candidato em todo o país para impedir Bloco Central

Chega candidato em todo o país para impedir Bloco Central

André Ventura, líder do Chega que vai encabeçar a lista por Lisboa nas legislativas, disse esta sexta-feira que o objetivo é "forçar um Governo de Direita" e impedir um Bloco Central que diz já existir. "Um voto no PSD é um voto no PS", defendeu, apelando ao "voto útil" no seu partido, que quer "afirmar-se como terceira força política" no país. Aproveitou ainda para reclamar a demissão do ministro Eduardo Cabrita, a propósito do inquérito sobre o atropelamento mortal causado pelo carro onde seguia.

"O Chega vai candidatar-se em todo o território nacional e a todos os círculos eleitorais", incluindo nos círculos da Europa e Fora da Europa, "com o objetivo de se afirmar como terceira força política nacional tal como as sondagens parecem indicar consistentemente", afirmou André Ventura numa conferência de imprensa. E com o Chega "não haverá acordos com o PS nem blocos centrais", assegurou.

A "ambição clara" do Chega "é ser a terceira força política nacional, forçar um Governo de Direita e afastar de vez o Governo socialista de Costa", enumerou o líder e deputado. A propósito, destacou que mais de 60% das vezes em que o PS votou "foi ao lado do PSD" e que "o Bloco Central já existe".

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Nas próximas legislativas, os "portugueses vão optar pelo Bloco Central ou pela Oposição, e a única é a do Chega", garantiu André Ventura, acrescentando que também "o ​​​​​​​voto útil" é no partido que lidera.

Quanto a candidatos, André Ventura disse ter a confiança da Distrital de Lisboa para voltar a ser cabeça de lista. O número quatro será o líder distrital, Pedro Pessanha.

Anunciou ainda os nomes de Pedro Pinto para Faro, Pedro Frazão para Santarém, João Tilly para Viseu, José Dias Fernandes como primeiro candidato pelo círculo da Europa e João Batista fora da Europa.

O coordenador do programa eleitoral será Gabriel Ribeiro, vice-presidente do Chega. Neste âmbito, André Ventura prometeu um "programa moderno"; "capaz de responder às questões de economia e justiça"; e "olhando para setores fundamentais como educação e saúde".

O mandatário nacional será o economista Pedro Arroja, igualmente candidato a deputado. Já a mandatária para a juventude será Rita Matias.

Rui Paulo Sousa volta a ser mandatário financeiro como nas presidenciais e também será candidato a 30 de janeiro.

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