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Como educa os seus filhos? IAC quer saber a sua opinião sobre a palmada

Como educa os seus filhos? IAC quer saber a sua opinião sobre a palmada

O Instituto de Apoio à Criança (IAC) está a levar a cabo o estudo "Será que uma palmada resolve? O que pensa a sociedade sobre os castigos corporais?". Um estudo, no âmbito da Estratégia Nacional da Campanha "Nem Mais uma Palmada", que visa compreender a opinião da sociedade atual relativamente à violência contra as crianças.

As perguntas do estudo incidem nas crenças que as pessoas têm sobre a punição física, as memórias que possuem de infância e o que pensam sobre os castigos corporais. Na parte relativa à punição física, a IAC pergunta às pessoas que respondem ao inquérito se "há crianças que só é possível educar batendo-lhes" ou se "é mais natural o pai bater do que a mãe".

Relativamente às memórias de infância, o inquérito encoraja o público a lembrar a forma como foi tratada pelos seus pais. As perguntas nesta secção começam com uma pergunta central: "os meus pais eram amáveis comigo?", pergunta que depois se desdobra num conjunto de perguntas relativamente ao tipo de ação que os pais tiveram na sua educação. Além disso, também perguntam qual era mais duro ou sensível, se o pai ou a mãe.

Por fim, "o que pensa sobre os castigos corporais", incide no que a sociedade pensa relativamente ao tipo de castigos. Perguntam se podem ser usados castigos corporais em bebés (até 3 anos), em crianças em idade pré-escolar (3-5 anos), em crianças em idade escolar (5-12 anos) e em adolescentes (13-18 anos). Também questionam com que frequência usa, usou ou consideraria usar estas formas de disciplinar como ralhar, gritar, ameaçar, dar palmadas ou negociar com a criança.

O inquérito destina-se a maiores de 18 anos e pode ser respondido online.

Faz parte da campanha "Nem Mais uma Palmada", que se iniciou no dia 22 de fevereiro, Dia Europeu da Vítima de Crime, uma campanha que visa combater a violência contra as crianças, com particular foco nos castigos corporais. É uma campanha que conta com o apoio do presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa.

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