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Críticos cerram fileiras em torno de Rio e esperam listas de união

Críticos cerram fileiras em torno de Rio e esperam listas de união

Silva Peneda diz que os líderes distritais que não apoiaram Rui Rio se deviam demitir. No Porto, já há uma alternativa.

Um dia depois das diretas, os críticos internos cerraram fileiras em torno do reeleito líder do PSD, garantindo que tudo irão fazer para que Rui Rio seja primeiro-ministro. Mas ainda há contas internas para acertar, depois das legislativas. Históricos sociais-democratas, como Silva Peneda, acham que os líderes distritais que estiveram com Paulo Rangel se deviam demitir, por "uma questão de ética". No Porto, já está a surgir uma alternativa à liderança.

Logo na noite eleitoral, Rui Rio não resistiu a apontar o divórcio entre os líderes distritais que apoiaram Rangel e os militantes de base, acusando-os de se terem movido por "interesses pessoais". Em causa, estruturas como Santarém e Leiria, onde venceu. Mas sobretudo o Porto, onde Paulo Rangel só ganhou em Lousada e Gondomar.

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