Covid-19

Das creches aos cabeleireiros: os serviços que o Governo quer reabrir em maio

Das creches aos cabeleireiros: os serviços que o Governo quer reabrir em maio

Além do regresso às aulas presenciais pelos alunos do 12.º ano, o primeiro-ministro admitiu esta quinta-feira, no Parlamento, o desejo de reabrir em maio creches, serviços públicos, comércio local, cabeleireiros e barbeiros. O teletrabalho deve manter-se mas pode haver maior liberdade de circulação, sublinhou António Costa.

A estratégia do Governo está traçada: "retomar a economia sem descontrolar a pandemia". No debate sobre a renovação do terceiro Estado de Emergência, que o primeiro-ministro espera que seja "o último", António Costa sublinhou que é preciso ganhar em abril a liberdade de maio.

Além do regresso às escolas dos alunos do 12.º, desejado para 4 de maio, a intenção é a de conseguir reabrir também as creches. No verão, o desejo do primeiro-ministro é que durante o período de "praia-campo" as crianças do Pré-Escolar também possam voltar a conviver.

O Executivo também admite reabrir os serviços públicos no próximo mês. A Administração Pública deve "dar o exemplo" e, por isso, deve voltar a haver "atendimentos presenciais".

O regresso à normalidade será gradual e progressivo. Em maio, o Governo também quer que estejam reunidas as condições para reabrir cabeleireiros e barbeiros. Antes deve ser reaberto o pequeno comércio de bairro.

Atividades e recintos desportivos, espetáculos ao ar livre ou cerimónias religiosas também "não podem ficar à espera de melhores dias".

O teletrabalho, no entanto, deve manter-se mas deve haver "maior liberdade de circulação".

Sobre o setor do turismo, "motor da economia", António Costa voltou a apelar aos portugueses para fazerem "férias cá dentro" porque "é cá dentro que ajudamos a defender economia."

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