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Diretores de escolas pedem emagrecimento de programas "obesos"

Diretores de escolas pedem emagrecimento de programas "obesos"

Mais apoios, tutorias, professores, psicólogos e terapeutas são estratégia defendida para escolas recuperarem aprendizagens dos alunos.

Nem escolas de verão, nem mais tempo de aulas. Os diretores pedem mais professores, psicólogos e terapeutas para as escolas e o emagrecimento dos programas "obesos" para conseguirem recuperar as aprendizagens dos alunos. Esta segunda-feira arranca o 3.º período, cerca de 530 mil alunos do 2.º e 3.º ciclos regressam às escolas, cumprindo a segunda fase de desconfinamento. Milhares de professores vão ter de se desdobrar entre aulas presenciais e online, pois o Secundário (tal como o Superior) só volta a 19.

As escolas, asseguram os presidentes das duas associações de diretores e do Conselho das Escolas (CE), não vão esperar pelo plano de recuperação das aprendizagens, a apresentar em maio e para ser aplicado a partir do próximo ano letivo até 2023. "Não duvido que as escolas aplicarão medidas de recuperação mal se retomem as aulas presenciais", afirma José Eduardo Lemos (CE). Mais apoios individualizados ou em pequenos grupos, tutorias e coadjuvações, consoante os recursos disponíveis, asseguram.

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