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Doentes graves com "tendência fortemente crescente" em Portugal

Doentes graves com "tendência fortemente crescente" em Portugal

O mais recente relatório da Direção-Geral da Saúde (DGS) e do Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge (Insa) sobre a situação epidemiológica no país dá conta de que o número de internados em cuidados intensivos disparou, correspondendo a 40% (na semana anterior foi de 28%) do valor crítico definido de 255 camas ocupadas.

Numa semana, o número de camas ocupadas em Unidades de Cuidados Intensivos revelou uma "tendência fortemente crescente", realça o relatório, segundo o qual os indicadores não deixam dúvidas. A atividade epidémica "é de intensidade elevada, com tendência fortemente crescente a nível nacional".

A pressão nos serviços de saúde e o impacto na mortalidade são ainda moderados, mas com tendência crescente. A DGS e o Insa alertam ainda para a emergência da variante Omicron, ainda não detetada em Portugal, defendendo a importância de "reforçar a vigilância epidemiológica, virológica e do controlo de fronteiras em Portugal, até serem conhecidas mais informações".

De referir ainda o agravamento dos contágios por covid-19 no grupo etário com idade superior ou igual a 65 anos. De acordo com o relatório, nesta faixa etária, os novos casos aumentaram "fortemente": foram registados 211 positivos por 100 mil habitantes.

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