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Época balnear planeada para arrancar a 1 de junho

Época balnear planeada para arrancar a 1 de junho

A época balnear está a ser planeada para arrancar a 1 de junho, altura em que haverá nadadores salvadores nas praias para garantir a segurança a banhistas.

A informação foi avançada ao JN pela Agência Portuguesa do Ambiente (APA), que admite uma época balnear "mais exigente e segura, para banhistas e entidades envolvidas, atendendo ao facto de estar em causa a saúde pública e uma atividade de lazer essencial para o verão que se aproxima, tanto em termos da sanidade mental da população como da economia". Ainda assim, a data de 1 de junho será adaptada ao evoluir da situação de emergência.

"O início da época balnear ficará condicionado, primeiro ao levantamento do estado de emergência, depois às determinações governamentais sobre o regresso à atividade, bem como às orientações da Direção-Geral da Saúde, e por último à elaboração de regras bem definidas de funcionamento destes espaços", explica.

A APA vai reunir esta quarta-feira com entidades com jurisdição no espaço marítimo para a elaboração da proposta de portaria que vai definir a época balnear de 2020. O principal desafio será o de "garantir que a fruição das zonas balneares não configure um veículo de contaminação, devendo avaliar-se as condições de segurança necessárias aos banhistas, compromisso também no quadro de orientações comunitárias", avança a APA ao JN.

Fora da mesa está a o arranque da época balnear em maio, como em anos anteriores. "Tendo em conta a excecionalidade da atual situação de emergência de saúde pública devido à pandemia da Covid-19 e a consequente declaração do estado de emergência, existe uma reconhecida incerteza se nos períodos que habitualmente se dava início à prática balnear, nomeadamente os que se iniciavam em maio, estarão reunidas as condições para tal atividade", admite a APA.

A reunião da Comissão Técnica de Acompanhamento relativa à gestão das águas balneares conta com a participação, entre outras entidades, do Instituto de Socorros a Náufragos, Direção-Geral de Saúde, Associação Nacional de Municípios Portugueses, Serviço de Proteção da Natureza e do Ambiente da GNR e Instituto Nacional de Saúde "Doutor Ricardo Jorge".

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