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Duas visões de Amares separadas por 48 anos

Duas visões de Amares separadas por 48 anos

Justino Fernandes nasceu há 76 anos em Amares, emigrou para França, mas voltou à terra natal para desfrutar da "tranquilidade de vida". Aprecia o facto de haver "mais gente nova" e só lamenta que o centro tenha deixado de "ser um jardim". Visão contrária tem o neto Paulo Silva, de 28 anos, que considera que "evoluiu menos do que desejava".

É no Largo D. Gualdim Pais que os amarenses da geração de Justino Fernandes costumam concentrar-se para pôr a conversa em dia. Mas o septuagenário diz que não é de ficar parado nos bancos da praça e prefere, antes, pegar na sua bicicleta e dar umas voltas pela região. Também elogia o papel da associação Valoriza ADL, ali perto, que lhe proporciona aulas de teatro, informática e até ginástica.

Já o neto, Paulo Silva, assinala que se construíram "poucas coisas novas" e há potencial que deve ser aproveitado. Fala das margens do rios Cávado e Homem, "com sítios lindíssimos", mas também do Monte de S. Pedro, "onde ainda não há nada".

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