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Estado reclama meio milhão de bar de prostituição em Santo Tirso

Estado reclama meio milhão de bar de prostituição em Santo Tirso

Ministério Público pediu arresto de bens de dois gerentes de um bar de alterne situado em Santo Tirso e exige dinheiro das rendas ao proprietário do imóvel.

Geriam uma casa de alterne em Santo Tirso, onde as mulheres também se prostituíam, proporcionando lucros milionários. Uma investigação do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF) acabou com o esquema e o Ministério Público (MP), que acusa 12 arguidos por crimes de auxílio à prostituição e à imigração ilegal, além de branqueamento de capitais, calculou que os três cabecilhas do negócio obtiveram rendimentos ilegais de perto de meio milhão de euros e pediu o arresto, perda e liquidação do património suspeito.

De acordo com a acusação do Departamento de Investigação e Ação Penal (DIAP) de Santo Tirso, José C., 59 anos, é o proprietário do edifício que albergava o bar "Novo vício", na localidade de Lamelas, onde os dois outros principais arguidos, Paulo S., de 42 anos, e Carlos C., de 40, trabalhavam como porteiros.