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Gouveia e Melo terá de nomear comandante naval

Gouveia e Melo terá de nomear comandante naval

Uma das suas primeiras missões será escolher militar para um lugar que está por preencher há meio ano. Críticas à escolha do vice-almirante mantêm-se.

Com a Marinha a navegar há meio ano sem comandante naval - o posto operacional mais importante -, o vice-almirante Gouveia e Melo, que toma hoje posse no Palácio de Belém pelas 15 horas como Chefe do Estado-Maior da Armada (CEMA), tem esta questão premente para resolver. E uma das primeiras medidas que deverá tomar será indicar um militar para o cargo, já que Oliveira Silva, um dos nomes avançados pelo CEMA agora exonerado, almirante António Mendes Calado, foi rejeitado em setembro pelo ministro da tutela e o segundo, Nobre de Sousa, indicado em novembro, ficou sem resposta do Governo.

A resolução deste impasse é, aliás, apontada no meio militar como o motivo que precipitou a nomeação do novo chefe da Armada na época de Natal e em vésperas de eleições legislativas.

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