Plano nacional

Governo quer que nutricionistas ajudem portugueses a comer melhor

Governo quer que nutricionistas ajudem portugueses a comer melhor

O Ministério da Agricultura quer colocar nutricionistas, agrónomos e técnicos no terreno para aconselharem os portugueses a comerem de forma mais saudável. A iniciativa contempla um concurso no valor de 5 milhões de euros e o objetivo é apoiar 23 iniciativas a nível regional.

O Ministério da Agricultura anunciou esta quarta-feira que vai ser lançada em dezembro a "Rede Rural Nacional - Observatório da agricultura e dos territórios rurais", que visa colocar técnicos, nutricionistas e agrónomos em zonas rurais, com o objetivo de promoverem uma alimentação saudável e económica. Com uma dotação de 5 milhões de euros, o ministério da Agricultura pretende apoiar 23 iniciativas regionais.

O concurso está enquadrado no Plano Nacional para Alimentação Equilibrada e Sustentável apresentado esta quarta-feira pela ministra da Agricultura, Maria do Céu Antunes, em Tavira, no Algarve.

Os objetivos do Plano Nacional para Alimentação Equilibrada e Sustentável passam por estimular a produção nacional; promover a adoção de sistemas de produção e distribuição mais sustentáveis com base em cadeias curtas de abastecimento e nos sistemas alimentares locais; valorizar os produtos portugueses de qualidade; valorizar e salvaguardar a Dieta Mediterrânica, enquanto sistema e padrão alimentar característico do território nacional, criando estímulos à sua adesão; e sensibilizar e aconselhar os consumidores e a população em geral para a adoção de uma alimentação equilibrada e informada.

Na cerimónia de apresentação deste Plano Nacional foi assinado o contrato de parceria para Gestão e Dinamização do polo de Inovação de Tavira e Agenda de Inovação. Com isto, o Ministério pretende criar as condições para que o polo de Inovação de Tavira (CEAT) acolha um centro nacional da Dieta Mediterrânica, classificada pela Unesco como Património Cultural Imaterial da Humanidade. Com isso pretende-se fomentar uma diversificação da base económica da região e um reforço de sinergias com outras regiões e setores económicos.

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