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Marcelo faz apelo "urgente" ao voto porque país tem "desafios de peso"

Marcelo faz apelo "urgente" ao voto porque país tem "desafios de peso"

O presidente da República fez, este sábado, um apelo "urgente" aos portugueses para que votem nas legislativas de domingo. Em nome dos "desafios de peso" que o futuro Governo tem pela frente.

"Da Assembleia a eleger sairá um Governo, que terá, como a própria Assembleia, desafios de peso pela frente", considerou o presidente da República, este sábado, numa mensagem dirigida aos portugueses, à semelhança do que fizera nas europeias de maio.

Mas, desta feita, é "com ainda maior empenho" que Marcelo Rebelo de Sousa faz um apelo para que não se deixe "de ir votar". "Os sinais económicos e políticos preocupantes - no mundo e na Europa - são hoje mais claros do que em maio", vincou, mencionando ainda a indefinição quanto ao Brexit e os efeitos do ambiente internacional na economia portuguesa.

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Acrescem os tais "desafios de peso" que o presidente da República considera existirem nos próximos quatro anos, como "superar os efeitos negativos da quebra da natalidade e do envelhecimento das populações, das alterações climáticas e das crises vindas de fora".

Para a próxima legislatura, o chefe de Estado defende que o Governo terá que saber "apostar em mais crescimento, em mais emprego, no combate à pobreza e às desigualdades entre pessoas, mas também entre setores litorais e interiores do Continente, e entre áreas deste e das regiões autónomas".

O futuro Executivo terá ainda que "assegurar melhor educação e melhor saúde, garantir segurança social para um futuro mais longo, preparar as mudanças na ciência e na tecnologia que moldarão o futuro", enumerou ainda Marcelo Rebelo de Sousa.

Daí que o presidente da República considere que "pedir aos portugueses que votem parece justo e mesmo urgente". "Não votar é entregar a outros uma decisão que é nossa. E é perder autoridade para lamentar, para contestar, para recusar, o que, ao fim e ao cabo, seja o resultado da apatia, do desinteresse e do comodismo, dos que optem por não optar", sustentou Marcelo Rebelo de Sousa.

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