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Pára-quedistas marcham para o Afeganistão

Pára-quedistas marcham para o Afeganistão

Uma força de pára-quedistas composta por cerca de 140 homens deverá ser a força a disponibilizar por Portugal para o regresso ao Afeganistão no âmbito de uma missão da NATO, para trazer a estabilidade àquele país, soube o JN junto de fontes militares.

Os outros 30 homens serão da arma de artilharia e terão como missão a formação e treino do exército afegão nesta área de guerra terrestre, num total de 170 homens que irão compor o destacamento português, que será comandado por um tenente-coronel, que irá ser também oficial de ligação ao comando local.

A força de pára-quedistas irá funcionar a partir dos aquartelamentos da NATO que rodeiam o aeroporto de Cabul e funcionarão como força de reação rápida assim como deverão garantir a segurança do aeroporto e escoltar os militares que terão como missão a formação.

A companhia de pára-quedistas deverá ficar sob comando turco, uma dependência que ocorre pela segunda vez - a primeira foi na Bósnia. A subordinação está a ser vista com cautela, uma vez que as Forças Armadas turcas têm uma cultura militar muito própria.

A missão de força de reação rápida para os pára-quedistas é algo que está na índole desta força de elite, tal como nos comandos, que deverão manter a missão na República Centro-Africana, onde se encontram desde o início do ano. Já quanto à missão de segurança no aeroporto, que deverá envolver posições estáticas, há alguns receios de que possa criar rotinas, uma vez que não é um tipo de empenhamento para o qual os pára-quedistas estejam preparados.

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