Polémica

Proteção Civil não tratou da substituição da frota e ficou apeada

Proteção Civil não tratou da substituição da frota e ficou apeada

A Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) ficou, na semana passada, sem 28 viaturas ligeiras porque não tratou, atempadamente, de avançar para a contratação de uma frota que substituísse aquela que já tinha ao seu serviço há mais de cinco anos e meio.

A instituição, liderada por Mourato Nunes, foi apanhada de surpresa com uma incursão da empresa locatária dos veículos nas suas instalações, que os recolheu sem qualquer explicação. A solução poderá agora passar, ainda que de forma pontual, por um ajuste direto nos próximos dias.

São diversos os serviços da sede nacional, em Carnaxide (Oeiras), que ficaram apeados e que estão agora condicionados na sua intervenção. O comandante operacional nacional da Proteção Civil (CONAC), Duarte da Costa, e a direção de fiscalização da instituição, estão entre os que ficaram sem as habituais viaturas de trabalho.

Em causa estará a falta de cabimentação financeira da ANEPC para avançar com um novo aluguer operacional, apurou o JN junto de fontes do organismo que depende do Ministério da Administração Interna (MAI).

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