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Vacinação acima dos 30 anos arranca já em junho

Vacinação acima dos 30 anos arranca já em junho

Vice-almirante Gouveia e Melo disse que a vacinação das faixas etárias vai começar de forma desfasada.

A vacinação para as idades entre os 30 e os 40 anos vai arrancar em Portugal Continental já no próximo mês.

O vice-almirante Gouveia e Melo afirmou que, em junho, as vacinações na faixa dos 30-40 anos "já estarão a avançar". Em declarações à Renascença, frisou que "vão começar de forma desfasada."

A "task-force" vai impôr um intervalo de uma semana entre as faixas etárias dos 50 aos 30 anos. Ou seja, primeiro começará a vacinação dos 50 anos, uma semana depois a dos 40 anos e quinze dias depois a dos 30 anos.

Gouveia e Melo afirmou que, como o volume de vacinas é muito grande e a questão do agendamento é uma questão importante, haverá"um momento em que as três faixas etárias estão abertas em simultâneo".

"A nossa estimativa é que na semana de 8 de agosto termos 70% da população toda vacinada, com uma primeira dose. O que é isto significa? Significa que todas as pessoas acima dos 30 anos terão tido oportunidade de ser vacinadas", explicou.

Europa reforça

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A Comissão Europeia formalizou um terceiro contrato com a Pfizer/BioNTech para a compra de mais 1,8 mil milhões de doses de vacinas contra a covid-19 para o período compreendido entre o final deste ano e 2023. Em causa, explica Bruxelas, "a compra de 900 milhões de doses da vacina atual e de uma vacina adaptada às variantes, com opção de compra de um adicional 900 milhões de doses".

A comissária europeia da Saúde, Stella Kyriakides, revelou, como condições do contrato, a obrigatoriedade de produção da vacina na UE, bem como o uso de componentes essenciais provenientes dos 27 estados-membros. Na reunião dos ministros da Saúde, ficou também acordada a manutenção de compras conjuntas de vacinas contra a covid até 2023.

Turistas britânicos

Questionada sobre a possibilidade de a vacinação passar a ser critério para entrada de turistas, nomeadamente britânicos, em Portugal, a governante afastou, para já, essa hipótese. "O Reino Unido é dos mais protegidos, mas a estratégia relativamente aos requisitos será enquadrada numa abordagem mais global".

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