
Ana Vilela da Costa (Miss Black, à esquerda) e Madalena Almeida no Casino da Figueira
Figueira da Foz, cidade balnear, palco de intrigas não pronunciadas, não relatadas, sempre clandestinas, no miolo do casino, entre paredes de palácios, em casas perdidas e soltas nas salinas, no farol entre o mar e a serra. Lugares cenários que inspiraram a série "Espias", em exibição na RTP1. A história de sete mulheres durante a II Guerra Mundial.
Outubro de 1942, Figueira da Foz, a câmara percorre o desenho das salinas, o plano sobrevoa terra e água na penumbra. Bárbara mora ali, é contrabandista, passadora de refugiados. Não tarda a ser apanhada pela polícia política. Não tarda a escapar ao destino. Não tarda a tornar-se espia. É num enredo de intrigas e sedução, drama e suspense que se move a série de ficção "Espias", em exibição na RTP1. Sete mulheres, sete espias, sete episódios. O Mundo está em guerra. Ou se mata ou se morre. Ou se está de um lado ou se está do outro. Não há meio-termo. A Figueira surge no centro da trama. E não é por acaso.
