
Ilustração: Juan Díaz Holguín
Tem um currículo robusto no Direito. Agora, num alto cargo político, fala-se da sua impreparação e falta de visão operacional. Na vida privada, mantém a máxima reserva.
A 2 de novembro de 2017, Maria Lúcia Amaral tomou posse como provedora de Justiça, a primeira mulher a ocupar o cargo, depois de eleita pelo Parlamento. Prometeu várias coisas: independência perante o poder, vigilância permanente, obediência aos direitos fundamentais das pessoas. Cumpriu dois mandatos e saiu dessa função diretamente para o Governo de Luís Montenegro como ministra de uma pasta pesada, a da Administração Interna.
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