2025 foi um ano cheio de conquistas. Depois da saída de Amorim, dois meses antes, o Sporting começou o ano com uma final da Taça da Liga perdida em que Francisco Trincão, que foi a época inteira gerido com pinças, falhou o penálti decisivo. Na altura, Rui Borges disse que, se aquela final estava perdida, era porque coisas melhores estavam guardadas para nós. Bastou esperar por maio para ver duas delas a acontecer. A tão aguardada dobradinha voltou a ser nossa.
Gyokeres, como era expectável, foi embora. Vieram Suárez e Ioannidis e, ainda que continuemos sem Nuno Santos e sem Dani, o Sporting está vivo e continua na luta pela conquista do tri.
Ainda falta muito, e todos temos a consciência que o Porto está forte, mas com a lesão de Diogo Costa, ainda que não seja nada de muito grave, só precisamos que perca um jogo para dependermos apenas de nós para atingir o que é preciso. O que queremos e desejamos.
Enquanto uns continuam a fazer comunicados, a jogar de forma pobre e incapaz de admitir a própria culpa do estado atual do clube, o Sporting vai fazendo o seu caminho. Três pontos... ai perdão, três litros de gasolina de cada vez.
Que venha 2026, estamos preparados, unidos e focados num objetivo comum, queremos todos isto, queremos muito e não, não temos tido colinhos, nunca precisámos. No Sporting, as coisas fazem-se com verdades. Mesmo que elas não nos beneficiem. Mereci passar frente ao Santa Clara? Não, mas também não vou sentir culpa por um erro que não foi cometido por mim e me beneficiou. Em 2015/16, também não mereci perder e cá continuo. Desde aí, já conto um bicampeonato e estou a lutar por um tri.

