
Os climas andam baralhados com consequências físicas e socioeconómicas preocupantes, mais ainda pelas implicações mundiais, onde "cheira a pólvora" de forma assustadora.
Fala-se de guerra como se fosse "conversa de café" e os sinais emanados da cabeça dos líderes são ampliados pela comunicação social como se o mundo estivesse já "todo aos tiros". Estamos em transição tecnológica e isso afeta profissões, sociedade e família e, na mente de muitos, a preocupação do Futuro assusta.
Que os principais líderes mundiais estão cegos pela ambição de domínio que só levará ao desastre percebe-se, e a Paz democrática, que deu trabalho e teve custos de entendimento, corre risco de se desmoronar como "baralho de cartas" em mesa de jogadores aventureiros sem pesar consequências. Todos estamos nisto e todos temos de medir e participar no que vier a acontecer.
Somos pequenos numa Europa sem rumo na governação e, dentro do nosso território, os políticos "querem-nos vender" uma ilusão de Futuro económico e social que é difícil ou não ocorrerá. Terá custos maiores do que as capacidades financeiras e produtivas disponíveis e a gente que nos governa não parece com capacidade para pôr o país a produzir mais e melhores reformas que criem "valor acrescentado" de modernização. Problema preocupante pois afeta Poder e Oposição e falta de entendimento e lucidez para conversar e "trocar carimbados" como faziam "os putos" no meu tempo de escola básica. É isso que se precisa, simplicidade e pragmatismo para ouvir "o outro" e compreender que ele também conta, porque dizia Papa Francisco e com razão, são precisos "todos, todos, todos..." para traçar o caminho. E o caminho é de todos, não só dos políticos!
