A dias das presidenciais, as incertezas sobre resultados ampliam-se, parecendo que a confusão mundial entrou por aqui dentro e procura instalar-se.
Declarado voto em Seguro, a crónica também tem dúvidas pois o Povo é quem mais ordena e nada parece claro. Precisamos de um presidente corajoso e com sentido de Estado e capaz de pensar como se resolvem as grandes questões nacionais nesta Europa a navegar "à bolina" e rodeada de "tubarões de dentes afiados" e dispostos a comer tudo que se distrai e expõe no prato.
Não será fácil a vida do próximo magistrado em Belém, corresponderá ao voto dos cidadãos, é certo, mas estes têm também muitas dúvidas na decisão e saberão pedir responsabilidades a quem lá estiver quando o clima social endurecer.
É para isto que o pís político e social precisa de estar preparado e não para "folclore político e (des)informativo" que alastra como se não sentíssemos o "cheiro a pólvora" que grassa no mundo e parece que não chega às portas do mar que nos banha. Mas está aí mesmo à porta, tem custos que a nossa capacidade produtiva não aguenta e as consequência sociais e políticas sobre a Democracia não se medem com o optimismo bacoco do Governo e classe política em geral.
Alerta porque os "dias seguintes" não serão fáceis e, mesmo acreditando que somos capazes de fazer das "tripas coração", no Porto e resto do país, as históricas heróicas não se repetem só com "palpites".

