Há 23 anos, o primeiro-ministro português recebia nas Lajes, Açores, os homónimos britânico (Tony Blair) e espanhol (José María Aznar) e o presidente dos EUA (George W. Bush) e, juntos, anunciavam a invasão do Iraque para acabar com as armas de destruição maciça de Saddam Hussein. A guerra acabou com Saddam, mas não com armas que não existiam (o que o Iraque tinha e tem é petróleo, claro) e lançou as sementes do maior grupo terrorista que o Mundo conheceu, o Estado Islâmico. Esta semana, o líder espanhol recusou "repetir o erro" e dar autorização aos EUA para usar bases espanholas no âmbito da ainda erraticamente justificada intervenção no Irão (havia risco nuclear iminente?). Já o português escancarou de novo as Lajes. E ainda foram perguntar ao português de há 23 anos o que ele achava do "não" espanhol...
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