Passaram as presidenciais e o país mudou de ciclo político, embora pareça que muitos não entenderam.
Seguro foi eleito pelos portugueses que querem estabilidade política e social mas mudanças do "aparelho de Estado" e da relação dos partidos com os cidadãos. Ele próprio, velho socialista, não ficou a dever nada ao PS, onde alguns "empregados" que nada mais sabem fazer do que "viver dependurados naquilo que o partido lhes deu" lhe fizeram a vida negra.
O caminho não será fácil, com um Governo à deriva e uma situação económica e social periclitante, Europa com liderança titubeante e Mundo nas mãos de loucos, ou temos juízo ou "não vamos lá". Cabe aqui ao PS assumir responsabilidades que historicamente lhe são reconhecidas mas sem procurar "atrapalhar" os objetivos/compromissos de Seguro com os portugueses e as necessidades que equacionou para a eleição.
O Governo já se viu que tem de "varrer a casa" e buscar gente nova mais competente e o PM ou "ganha juízo" ou vai engolir alguns "sapos vivos", pois o futuro não será manso.
Seguro representa continuidade democrática da vontade do país, mas tem de dar "alguns murros na mesa" para que se corrijam situações escandalosas que os cidadãos não aceitam. Ou seja, tem de fazer valer a sua "legitimidade nacional e o poder de influência" para fazer justiça, na saúde, na economia e no trabalho com os parceiros, nos compromissos europeus e na imagem do País.
Parece muito mas é o pouco que precisamos e pedimos ao presidente sério e politicamente experiente que lutou e venceu uma candidatura em que alguns dos antigos apaniguados pouco acreditavam. Ao caminho, com todos os portugueses pois o caminho não será fácil mas os resultados foram mais que claros!

