O Campeonato da Europa de Futebol continua sonolento. Ontem, no jogo Itália-Suécia, a equipa sueca não fez um remate à baliza. Aliás, segundo li, a Suécia ainda não rematou à baliza no Euro 2016. Até o Éder ligou ao Ibrahimovic para lhe dar uma força.
Não tem sido um campeonato excitante e até tivemos momentos de algum nojo. Falo, obviamente, de Joachim Low, treinador da seleção alemã. O Low passa os jogos a ir às fossas nasais com o indicador, e às partes baixas com os restantes dedos, como nós vamos ao Pingo Doce quando há 50 por cento de descontos: é à bruta. Já no Euro 2012, o nariz do Low era a sua marmita. O selecionador alemão come mais macacos durante um jogo que a chita a vida toda. É horrível! E é daquelas pessoas que fica a olhar para os macaquitos na ponta do dedo. Parece que está a avaliá-los como se faz a um lavagante antes de o comermos. Uma porcaria. Eu, agora, sempre que oiço o hino da Alemanha vomito.
Antes que o leitor comece a enjoar esta crónica, é altura de nos debruçarmos sobre o encontro de hoje contra a Áustria. A seleção austríaca é um bocado como o famoso Josefh Fritzl, muito compacta e capaz de meter onze jogadores num espaço para dois.
O nosso selecionador já avisou que não vai fazer grandes alterações para o jogo com a seleção austríaca e até acrescentou "a revolução foi em 1974". Por acaso, o ataque de Portugal contra a Islândia foi um bocado uma G3 com um cravo na ponta. Uma metralhadora que dispara paz em vez de balas. Tenho pena que Fernando Santos não queira ser um engenheiro de abril porque acho que faz falta uma revolução naquela equipa e não me parece que chegue a entrada da chaimite Renato Sanches.
Não vai ser um jogo fácil como o da Islândia em que, segundo o selecionador nacional Fernando Santos, o nosso maior problema foram os pontapés de baliza do guarda-redes islandês. Precisamos estar atentos porque na seleção austríaca quase todos têm um chuto forte e nunca é bom sinal quando o principal problema de uma equipa são os pontapés do guarda-redes adversário e não as defesas que fez.
Força Portugal!
