A sensação com que fica quem assiste ao comportamento dos principais líderes mundiais é que a loucura tomou por completo as suas cabeças.
De Trump e Netanyahu seria de esperar tudo, mas o que está a ocorrer ultrapassa todas as marcas. A guerra aberta no Médio Oriente é como "incendiar um barril de pólvora no meio de uma manifestação popular" sem medir as consequências mundiais que isso acarreta, mesmo para os Estados Unidos que sofrerão com isso, pois sentirão que a cabeça do seu líder já não regula no interesse do futuro do seu povo. Quem tem admiração pela resistência do povo judeu ao longo da História fica chocado com o comportamento do seu líder que mais não quer do que "segurar-se no poder".
Europa e nós, pequena mas vital nação atlântica que "fez mundo e sempre o dignificou", tudo isto mostra fragilidades que a "conjuntura caseira" mais acentua e o "velho continente" fica à deriva no furação da tempestade. É isto onde estamos, com Governo frágil e ministros que "não valem um caracol", com EU dividida e de lideranças frágeis, curvamo-nos perante os beligerantes e "assobiamos para o lado" como se alguém que decide nos ouvisse.
Temos uma juventude bem preparada mas maus políticos dirigentes e, no Poder ou Oposição, os cidadãos sentem que falta coragem para "dar um murro na mesa" e consolidar as conquistas democráticas que tanto custaram a alcançar.
O novo presidente da República tem ampla autoridade popular para dar esse murro sem ser agressivo, mas não chega, precisa do consenso de todos para o fazer e os partidos não podem esquecer isso. Ou será que também estão todos doidos?

