Bancada JN - Com orgulho muito meu

Vieira tazonde?

Qualquer leitor o poderá comprovar nas minhas redes sociais. Quando me indignei com o regresso de Jesus - alguém que jamais poderia representar o Glorioso após o que disse e fez ao lado do tiranete do Lumiar -, comentaram que devia mas era apoiar.

Quando escrevi que a novela Cavani ou era loucura ou engodo, chamaram-me burro. Quando reclamei do novo equipamento ser um desrespeito claro pelos estatutos, riram da "irrelevância". Quando mostrei fúria e incredulidade pelo processo eleitoral mais vergonhoso da história, gritaram-me "62%" e sugeriram que metesse a viola no saco. Quando barafustei pelos empréstimos incompreensíveis de Vinícius e Florentino, argumentaram que o Mestre da Tática sabe o que faz. Quando disse que o Gilberto-3-milhões-3 era mais um exemplo da cegueira de JJ pelo mercado brasileiro, mandaram-me calar. Quando escrevi que a humilhante eliminação frente ao PAOK representava a falência desportiva, moral e provavelmente financeira do SLB, chamaram-me traidor e alegaram que aquele resultado - 100 milhões, pompa, circunstância e promessas de "arrasar" depois - "era futebol"... Quando, e íamos nós em 1.º, critiquei o fio de jogo de uma equipa sem chama nem brio, onde os jogadores parecem nem ter sido apresentados uns aos outros, acusaram-me de "Noronhete" (alguém em quem votei, mas nem sequer conheci). Quando levámos três secos do Boavista ou ficámos em 2.º num grupo medíocre da Liga Europa, "coisas que acontecem".

Tudo isto para dizer que é um orgulho iniciar esta colaboração com o JN. Benfiquistas de verdade encontrarão esta coluna. Vieiristas, não.

A subir

Um grupo de benfiquistas verdadeiros, sátiros, independentes, representativos - a Associação do Bem.

A descer

O caso Palhinha é a enésima burrice do tugabol. Mas só merece desprezo qualquer adepto de usar essa polémica para prejudicar o Sporting.

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*Adepto do Benfica

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