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Nuno Melo

Dia de Marx, de Lenine e das comunidades trotskistas

Quando sobre o Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas, Catarina Martins escreve que "virá o dia em que os discursos oficiais serão capazes de reconhecer a enorme violência da expansão portuguesa, a nossa história esclavagista, e a responsabilidade no tráfico transatlântico de escravos", só repete a ligeireza irresponsável com que a propósito dos incêndios que devastaram o país em 2017 comentou, no Twitter, "que venha a chuva, bom dia". Não tem noção.

Nuno Melo

Esticar a corda

Educação e transportes começaram por ser a moeda de troca que juntou PS , PCP e BE numa "geringonça" improvável . Eram todos Mário Nogueira e Arménio Carlos, como hoje são todos Centeno. Deu jeito ao PCP e ao BE, que reforçaram a influência em setores estratégicos que querem colonizados pelo marxismo mais estatizante e retrógrado, avesso a critérios de boa gestão e serviu ao PS, garantindo a aprovação de orçamentos do Estado carregados de impostos e austeridade, sem a costumeira contestação social nas ruas, que a extrema-esquerda mobiliza, de cada vez que alguém à sua Direita governa. Era assim, mas tudo mudou.

Nuno Melo

No pavilhão da fantasia

Depois de Ferro Rodrigues garantir que o combate à corrupção "está no ADN do PS e de António Costa" e do primeiro-ministro reforçar que "o PS tem estado na linha da frente dos trabalhos contra a corrupção", os socialistas reunidos em Congresso na Batalha aplaudiram entusiasticamente a evocação e o legado de José Sócrates. O ADN pode ser muito enganador e há linhas da frente que realmente se notam pouco. Mais do que um artigo de opinião, o mundo de fantasia em que o PS gravita justificava um tratado de ciência política.